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Ontem foi ao ar na ABC o décimo primeiro episódio da quarta temporada de Desperate Housewives, que estava paralisada desde janeiro por causa da greve dos roteiristas. Abaixo irei postar alguns spoilers pra quem ainda não assistiu, se esse é o seu caso, e você não gosta de spoilers, xô!!! :P

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Essa semana uma amiga em comum dos AAAs, mostrou uma matéria da revista americana Vanity Fair. Para quem não entende os igreis, a matéria fala da parcela de culpa que mães das celebridades hollywoodanas possuem. Na matéria, a autora fala sobre Britney ex-bald Spears, Lindsay no-panties Lohan e Paris naked Hilton. Não fui feliz os apelidos, eu sei. Foi pra só para ilustrar os escândalos. A matéria mostra fatos até convincentes. Mas eu lanço a pergunta: Será verdade?

Acabo de ver uns episódios do seriado Desperate Housewives, da 2ª Temporada, falando basicamente isso: relação entre mães e filhas. Nos episódios em questão a mãe de Gabrielle aparece. Levou um pé na bunda de seu parceiro e foi azucrinar a filha. E, para ficar lá, se ofereceu para ser a barriga de aluguel da filha. Nesse episódio dá para entender porque Gaby ficou assim… supérflua. Tem também a relação entre Julie e Susan. Julie, as vezes, quase sempre, inverte seus papéis e passa a ser mãe de Susan dando conselhos e fazendo exigências. Isso me fez pensar: O que você já fez, por influencia de sua mãe? Seja seu jeito de agir, de se comportar, de se relacionar, ou até uma, digamos, coisa mais grave?

DH, como sabem, é craque em mostrar situações e relacionamentos do dia-a-dia. Divertido, sádico e com uma pitada de humor negro. Eu diria até uma coisa “mais maior”: mostra a realidade, usando a ficção. Não há quem não se divirta com Bree, Lynette, Gabrielle, Susan, a louca da Edie e Mary Alice – nossa narradoura. :D

Voltando ao assunto do post. Pergunta: Como sua mãe influenciou sua vida, agora? Você a criticou na adolescência mais acabou igual a ela? Você não suportava suas regras, mas agora as usa também? Isso foi bom? Ou foi mal?

mom.pngNos dias de hoje acho fundamental a participação dos pais. Eles saem para trabalhar e as crias mergulham para o lado obscuro da internet. Bate-papo, MSN… Orkut! Até um tempo existia um grupo de pessoas com uma missão em comum: azucrinar comunidades. Eram os Semeadores do Caos. Hoje nunca mais os v. Para minha infelicidade, claro. Explico.

Antes era fácil ver quem queria tirar a paciência. Você ia na comunidade e via se o tal membro era Semador do Caos. Se era, expulsava e pronto. Atualmente está mais difícil. Vemos adultos, criados, se camuflando em perfils falso, ou fakes. Usando até perfils de criança. A internet se tornou terra de ninguém, e se há um lugar calmo, alguém entra e o transforma na Casa da Mãe Joana.

Obvio que os pais não sabem que as crias fazem isso. E os adultos encrenqueiros não tem nenhum juízo. Daí faço outras perguntas: O que leva alguém a fazer isso? Há esperanças de uma vida online melhor? Será um vício?

Li a um tempo na revista Info (?!) um matéria sobre viciados em internet. Naépoca já tinha até um “Grupo para Viciados”. Acho que essa cina por tornar o ambiente online um caos, salvo os problemas psicológicos, é um estado mais grave de vício na internet e em computadores também. O povo passa tempo demais nisso e podem cometer loucuras mesmo. Não sou o mais adequado para falar nisso, uso sem parar.

Acho, também, que os pais são responsáveis por deixarem as crias cometerem loucuras, online ou offlines. Ninguém conta o tempo no computador. Ele passa rápido, eu sei. As mães, ao contrário, contam. Mas esse papel está se invertendo. As mães passaram a frequentar a internet mais e mais. Já existem comunidades específicas e fóruns para troca de experiências. As mães passaram a ser responsáveis pela casa, trabalho… e vida online.

Todas elas, se tornando verdadeiras Desperate Housewives. Todas elas disputando as horas vagas no computador com os filhos e maridos. Daí naõ tem jeito da Casa da mãe Joana deixar de existir, online ou offline.

Depois de passar o mês de dezembro todo escutando as chamadas misteriosas e provocativas do SBT (não que eu assista – estava escutando, não vendo :P ) começa hoje a novela mexicana argentina LaLola.

Segundo a wikipedia, a novela conta a história de um homem chamado Ramiro Lalo Padilla (parente da Lety?) que não gosta de ter compromissos sérios com as mulheres. Então uma namorada (?) pede para uma bruxa o transformar em mulher para se vingar.
Com sua nova “forma”, Lalo assume uma nova identidade: Dolores Lola Padilla, que finge ser sua própria prima.

LALOLA 006

Parece que a novela é um sucesso onde é exibida, será que vai se repetir no Brasil?
A mim ela não interessou muito, prefiro Freaky Frida(y) onde mãe e filha trocam de corpo e a história toda não dura mais de 2 horas. :D

A nossa sorte é que não tem uma banda tocando na novela. Ou será que tem?

[EDIT] Quem quiser saber um pouco do que aconteceu no primeiro capítulo, clique aqui.

[EDIT 2] Parece que o primeiro capítulo conseguiu uma boa audiência.

Acho que eu consigo adivinhar:

- Vamos ficar felizes, por que podemos ter as nossas séries de volta.
- Vamos ficar esperando ansiosamente até os novos episódios ficarem prontos.

E talvez…

- Vamos chorar novamente.

Para quem não entendeu, eu explico. Passeando pelo Google, encontrei alguns sites comentando que os atores poderão entrar em greve em junho desse ano. Os ATORES!


Será um hoax?

Agora só nos resta esperar e torcer para que essa história não seja verdadeira, pois apesar de os atores terem o direito de fazer suas reivindicações, ninguém merece ficar mais tempo com os programas parados.

Para quem assistia de vez em quando algum episódio de House na Record – dublado, e reprisado 10 vezes– foi muito bom ter nas mãos DVDs com todos os episódios da série exibidos até agora. Mas nem tudo são rosas, aqui vão as minhas primeiras impressões da série.

 

Algumas informações do texto podem ser consideradas spoilers. Portanto, se você não assistiu a primeira temporada, e não gosta de possíveis spoilers, não leia.

 

 

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Eu ia esperar um pouco antes de falar sobre nossas queridas, ou não (há que as odeie), séries.

Estou em fase de degustação. Assistindo não tão novas séries. Acredite, ainda estou nas primeiras temporadas. Uma está me chamando a atenção. Trata-se de Ugly Betty, a versão americana de Yo Soy Betty La Fea. Se você está assistindo ou pretende assistir, pode conter alguns spoilers. (Não, eu não pretendo ficar dando dicas sobre os episódios. Só algumas críticas. :-P )

A série segue o mesmo estilo do filme O Diabo veste Prada. Mas, a novela colombiana veio primeiro. :-) Uma quase-cópia, um quase-clichê. Porque? Sim eu digo, está repetitiva. Aquela coisa de assistente salvando o chefe ou as várias tentativas de tomadas de poder estão me deixando sem vontade de assitir, por mais que eu tenha gostado. Não haverá algum episódio em que o mal vença o bem?

E por falar em mal, os vilões da série estão muito ruins, no bom sentido. Não me simpatizei com aquele assistente da “Willie”, chato. Não me simpatizei com a “Willie”, tediante. E tão pouco pelo filho, que virou filha, vingativo do empresário poderoso.

Apesar disso, eu continuo assistindo. Vamos ver se a série sobe no meu conceito.

troféu estranho, não?!O Golden Globe 2008 foi ontem, você notou? Eu sei que eu, não, porque a sempre brilhosa e espetaculosa festa anual de entrega dos prêmios para os melhores de 2007, segundo a imprensa estrangeira de Hollywood, e aguardada ansiosamente pelos cinéfilos do mundo todo como aperitivo para a festa do Oscar, foi transformada em uma chata conferência à imprensa com a duração de uma hora. E o Oscar, é bom lembrar, pode ter exatamente o mesmo destino.

Isso aconteceu, como todo mundo já sabe, por causa da greve dos roteiristas, que se arrasta desde novembro do ano passado. O sindicato dos roteiristas, cheio de razão, luta para seus associados tenham direito a uma porcentagem dos valores das vendas de downloads na internet, comerciais inseridos em vídeo live streamings, DVDs e novas mídias que possam surgir. Os roteiristas de Hollywood não querem repetir o erro que cometeram no advento das fitas VHS. Os produtores, por seu lado, alegam que as perspectivas de lucro neste tipo de comércio estão sendo exageradas pelos escritores e se negam a aceitar suas exigências.

Quem será que está com a razão?

Enquanto não há perspectiva de um bom acordo para os dois lados (ou mesmo razoável), os novos projetos cinematográficos para 2008 não sairão do papel. As séries de TV já tiveram suas produções suspensas – algumas já em dezembro do ano passado. Outras, como Moonlight, que levou o prêmio de melhor série novata de drama no People’s Choice Award de 2008, tiveram suas temporadas encerradas pela metade. David Letterman, através de sua companhia Worldwide Pants, decidiu aceitar as reivindicações de seus roteiristas e, desde o começo do ano voltou com seu programa noturno, pagando a diferença do próprio bolso (das tais Calças Globais, provavelmente).

Como conseqüência desse cabo de guerra, ficamos sem nossas séries favoritas e há ainda a ameaça de uma avalanche de reality shows em 2008 e 2009. Socorro!

Leia mais: Os premiados do Golden Globe 2008