O cinema brasileiro ainda é pequeno, e a maioria dos seus filmes não são tão bem aceitos pelo público, mas mesmo assim temos alguns sucessos como: O Alto da Comparecida, Cidades de Deus, Dois Filhos de Francisco, e Cinderela Baiana.

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- Vai passarinho, você como a criança também tem o direito a liberdade.

No ano passado surgiu um filme que ficou na mira dos holofotes, Tropa de Elite. Quem não assistiu, escutou as músicas, ou se transformou no soldado 01,…, 02548784548 enquanto um amigo fazia o papel do protagonista Capitão Nascimento?
Ele foi alvo de críticas, já que abordava um assunto polemico, mas mesmo assim foi um grande sucesso.
Mas o motivo principal do post não é falar sobre Tropa de Elite, e sim do filme que promete ser o “novo Tropa de Elite”: Meu nome não é Johnny.

Sinopse by Wikipédia:

João Guilherme Estrella é um típico jovem de classe média da zona sul carioca. Adorado por seus pais e amigos, viveu a vida intensamente, passou por todas as loucuras permitidas e não permitidas, e nos anos 90 se aventurou no mundo do tráfico e tornou-se um rei. Investigado pela polícia e preso, tem seu nome e seu rosto exposto em jornais e revistas. Ao invés de festas, ele passa freqüentar o banco dos réus, onde conta a sua história e tramas da juventude.

Será que ele consegue seguir o caminho do seu “companheiro”? Eu não assisti, não posso fazer comparações. Mas pelo o que li e escutei, sim, ele vai entrar pra lista de “filmes que deram certo” – seja pela publicidade feita em torno do filme (alguém que assiste as novelas da globo já contou quantas vezes eles falaram sobre?), ou por causa do tema, que parece despertar a curiosidade do público.

Mas… Vamos esperar pra ter certeza.